Pavimentação no Brasil

A pavimentação no Brasil teve início com a inauguração da estrada União Indústria, em 1861. Já em 1905, foi aprovada a primeira lei que concedeu auxílio federal para construção de estradas. Contudo, foi apenas em 1920 que a Inspetoria Federal de Obras contra as Secas passou a implantar rodovias, mesmo que apenas no Nordeste e sem finalidade específica. Em 1926, São Paulo criou a Diretoria de Estradas de Rodagem que, em 1934, resultou no Departamento de Estradas de Rodagem, o primeiro órgão rodoviário brasileiro com autonomia técnica e administrativa. Um ano depois, foi fundada a Comissão de Estradas de Rodagem Federais e em 1928 foi inaugurada a primeira rodovia pavimentada, a Rio-Petrópolis, atual Washington Luís.

 

Em 1933, um grupo de trabalho elaborou um Projeto de Lei que foi responsável pela criação do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem – DNER. Já nas décadas de 40 e 50, a construção de rodovias ganhou impulso devido à criação do Fundo Rodoviário Nacional, a fundação da Petrobrás e a implantação da indústria automobilística nacional.

 

Em 1988, o Fundo Nacional Rodoviário foi extinto e, apesar dos incentivos criados nos anos seguintes, como o Selo Pedágio e o Imposto do Petróleo, os recursos foram caindo gradativamente: em 1970, cerca de US$2,3 bilhões eram destinados às rodovias federais e em 1998, passou a ser apenas US$1,2 bilhões. 

 

Tais dificuldades econômicas resultaram na degradação progressiva da rede rodoviária. A construção de novas estradas foi praticamente paralisada ou se manteve setorialmente e em ritmo muito lento. Além disso, a manutenção deixou de obedecer requisitos essenciais. Como consequência, atualmente, mais de 80% das rodovias, isto é, 1,3 milhão de quilômetros, não são pavimentadas. Como consequência do mau planejamento da pavimentação, como também de seu desgaste, defeito ou sua total ausência, os acidentes somaram mais 3.660 em rodovias federais, sendo mais de 3.600 com vítimas. E, com relação a fatores humanos associados à fiscalização ou infraestrutura da via, os acidentes somaram mais de 16.200, sendo com 14.000 vítimas fatais. Estes dados foram apresentados pela Confederação Nacional do Transporte em 2020. Desta forma, é importante ressaltar que os benefícios da pavimentação englobam agilidade e otimização de tempo, comodidade, segurança, economia com transporte, além de contribuir com a limpeza e, consequentemente para a saúde pública.

 

Em contrapartida, as rodovias mais modernas do Brasil são a Presidente Castelo Branco (que liga São Paulo à região Centro-Oeste), a Torres-Osório (no Rio Grande do Sul), a Rio-Santos (que percorre o litoral do Rio de Janeiro e São Paulo) e a Rodovia dos Imigrantes (que liga São Paulo a Santos). 

 

Trazendo mais qualidade para a pavimentação das estradas e rodovias de São Paulo, há mais de 40 anos, a JOFEGE atua nas principais cidades do estado de São Paulo, estando entre elas São Paulo Capital, Itatiba, Bragança Paulista, Barueri, Campinas, entre outras. E, mais recentemente em Limeira, com a construção do viaduto Barroca Funda.

 

O setor de pavimentação está em constante inovação, buscando principalmente, a sustentabilidade e a urbanização consciente. Um exemplo disso é o asfalto ecologicamente correto utilizado pela JOFEGE, que é feito reutilizando a borracha de pneus descartados. Você pode ler mais sobre este assunto clicando AQUI.

Gostou de saber um pouco mais sobre a pavimentação? Então continue acompanhando nosso blog e redes sociais para ficar por dentro de mais conteúdos como este.

Conheça alguns processos do Acabamento Têxtil

Se você acha que a JOFEGE trabalha apenas com construção civil, está muito enganado.  Uma de suas empresas atua no setor têxtil, com foco em tingimento e acabamento de tecidos. Desta forma, continue a leitura para conhecer alguns processos pelos quais o tecido passa até chegar em suas mãos.  

TINGIMENTO

Uma das especialidades da JOFEGE Têxtil é o tingimento de malhas de algodão, poliéster, poliamida e viscose, tanto 100% quanto misturadas com elastano ou combinadas entre si. Além disso, também são tingidos tecidos planos como algodão, linho, viscose, seda, poliéster, poliamida, entre outros.

Os métodos de tingimento contam com Corantes Reativos, Corantes Dispersos, Corante Direto, Corantes Indanthren (Linha de Uniforme/Hospitalar), e Corantes Ácidos, sendo este último muito aplicado em lã e seda, dado que estes corantes são solúveis em água e caracterizam-se por substâncias com estrutura química baseada em compostos azo, antraquinona, triarilmetano, azina, xanteno, ketonimina, nitro e nitroso, que fornecem uma ampla faixa de coloração e grau de fixação.

PROCESSOS DE TINGIMENTO

Já os processos de tingimento contam com:

  • Chamuscagem
  • Mercerização
  • Pré-alvejamento
  • Alvejamento com Brancos ópticos 
  • Tingimento Direto
  • Tingimento Reativo
  • Tingimento À Tina
  • Tingimento Ácido

ACABAMENTO

Os acabamentos são os processos finais cujo objetivo é melhorar a estrutura dimensional do tecido e sua aparência. 

Os métodos de acabamentos são: Ramagem, Calandragem e Compactação, Sanforização e Acabamento Spray, sendo este o que proporciona aos artigos, tanto abertos quanto tubulares, toque liso e macio.

PROCESSOS DE ACABAMENTO

Os processos de acabamento incluem:

  • Impermeabilizante (Teflon/Fluocarbono)
  • Anti-chamas
  • Anti-mofo-fungo-bactéria
  • Anti-esgarçantes
  • Anti-pilling
  • Acabamento Macio
  • Acabamento Engomado
  • Resinas Diferenciadas (passa fácil, glioxálicas)
  • Calandragem
  • Sanforização
  • Compactação Tubular e Aberta

Com equipamentos de última geração e rigoroso tratamento aplicado nos processos, a JOFEGE Têxtil garante excelência em todas as suas etapas, além de atendimento personalizado para cada cliente, atendendo a todas as exigências.

Se você gostou de conhecer um pouco sobre os processos da indústria têxtil, continue acompanhando nosso blog e nossas redes sociais para ficar por dentro de mais temas como este!

SANEAMENTO BÁSICO – Saiba como sua má qualidade afeta a sociedade e a economia

Dentre os serviços de saneamento básico, podemos citar a água tratada, a coleta e tratamento de esgoto, a coleta de lixo e a drenagem pluvial. E, apesar de ser de conhecimento geral de que o saneamento básico é de suma importância para a sociedade, o investimento nesta área ainda é precário, majoritariamente em regiões carentes.

Segundo matéria publicada no portal da G1, em junho de 2020, 100 milhões (ou 47%) de brasileiros não possuem coleta de dejetos e 35 milhões (ou mais de 16%) não possuem água tratada, sendo as regiões mais críticas o Norte, o Nordeste e o entorno do Rio de Janeiro.

E você sabe porque esses números são assustadores? A resposta é simples: o saneamento básico influencia diretamente na  saúde, qualidade de vida e desenvolvimento da sociedade. A mortalidade infantil é uma das principais consequências do contato direto com esgoto e consumo de água não tratada, uma vez que causam doenças como parasitoses, febre tifóide, leptospirose, entre outras. E, comumente, a população que sofre essa carência, também sofre com falta de moradia e renda adequada. 

Além da saúde, que, vale lembrar, estamos vivendo em tempos de pandemia em que a higiene é fundamental, o saneamento básico consciente também ajuda a preservar o meio ambiente, desde a extração correta da água, até a forma como o esgoto é descartado. É visado sempre o compromisso e a responsabilidade com a natureza e as gerações. 

Por fim, o impacto socioeconômico. A falta de um saneamento básico adequado afeta a economia e o desenvolvimento da sociedade das seguintes formas:

  •  Absenteísmo nos postos de trabalho

O primeiro efeito negativo é o afastamento do trabalho devido a infecções e sua principal consequência é o custo que isso gera para a sociedade. Com base em uma matéria também publicada no portal do G1, em 2012, essas ausências representaram a perda de 849,5 mil dias de trabalho. Para as empresas, representou 1,11 bilhão de reais em horas pagas não trabalhadas. Este valor poderia ter sido aplicado em investimentos ou novas contratações. 

  • Inibição de desempenho dos trabalhadores

O segundo efeito é o menor desempenho dos trabalhadores suscetíveis às doenças mencionadas anteriormente e as gastrointestinais. Profissionais que residem em regiões que possuem saneamento adequado, produzem 13,3% mais e, consequentemente, o salário é maior.

  • Atividades econômicas prejudicadas

Por último, as atividades econômicas de determinadas regiões não se desenvolvem devido à falta de saneamento, como o turismo, por exemplo. Por conseguinte, há uma redução na geração de empregos e renda. 

Sabendo da importância de uma coleta de dejetos e tratamento de água adequados, a JOFEGE trabalha com elaboração de projetos e execução de Estações de Tratamento de Água e Esgoto. Assista ao vídeo completo sobre a obra realizada para SABESP na cidade de Mairiporã e já se inscreva no canal para acompanhar demais projetos. 

https://www.youtube.com/watch?v=gxTvTNiuDn4&t=3s

 E, se você gostou deste tema, fique de olho nas redes sociais e no blog do Grupo JOFEGE para ver mais conteúdos como este!

Saúde na obra

Devido ao rápido alastramento pelo globo e, consequentemente, o alto número de mortes, no dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde, OMS, decretou a pandemia do novo coronavírus, COVID-19. Desde então, a população mundial vem adaptando as mais diversas áreas da sociedade como forma de tentar conter o novo vírus. Medidas preventivas como o uso de máscaras, de álcool em gel, de luvas e aferição de temperatura, foram tomadas para auxiliar na prevenção. Então, neste texto você verá como a Construção Civil foi afetada e quais mudanças ocorreram para trazer um ambiente mais seguro para os trabalhadores e colaboradores.    

Inicialmente, esperava-se que este setor sofresse grande impacto, devido à queda na compra de imóveis, a diminuição na importação de matérias-primas e o fechamento de lojas. Contudo, com este novo cenário, a Construção Civil teve importante atuação na construção de hospitais, pronto-socorros, entre outras instalações públicas. Obras que já estavam em andamento não foram paralisadas e as construtoras que fecharam as portas migraram para a loja virtual. Com essas soluções a Construção Civil conseguiu uma rápida recuperação, tendo momento de superação como em junho de 2020 que foi o melhor mês para o setor no Brasil em 4 anos, segundo Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Como pode se perceber, a paralisação das atividades da Construção Civil é inviável por trazer diversos prejuízos (tanto para o setor, quanto para a civilização), portanto, a Jofege apresentará a seguir as ações recomendadas para que você possa gerir suas obras com mais segurança contra a propagação do novo vírus.

HIGIENE EM OBRAS

Uma higienização adequada contribui para mitigar a propagação do vírus, portanto em locais de uso comum é imprescindível seguir as recomendações abaixo:

  • A cada 1 hora, limpar com cloro ativo maçanetas, torneiras e locais de uso frequente.
  • A cada 2 horas, limpar com cloro ativo banheiros físicos ou químicos, sanitários, pias, bebedouros, refeitórios, vestiários, relógio de ponto, catracas e equipamentos de trabalho. 

 

HIGIENE PESSOAL

A higiene pessoal é um dos métodos mais eficazes de prevenção do novo coronavírus. Por esta razão, deve ser disponibilizado, em obras e escritórios, álcool 70%. Além disso, a empresa deve supervisionar a disponibilidade de sabonete nos banheiros para que este não falte. A lavagem das mãos e equipamentos, incluindo os individuais, deve ser frequente, sendo deste último, antes e depois do manuseio. É indicado que a equipe seja orientada sobre qual a maneira correta de fazer a higienização e sua frequência.

 

AGLOMERAÇÕES

Além da higienização, outra recomendação que deve ser seguida com afinco é a restrição da aglomeração. Isso significa que os indivíduos devem se manter o mais afastados possível em locais de uso comum como escritórios, refeitórios, elevadores, entre outros. Veja abaixo modos de evitar a aglomeração: 

  • O horário de almoço deve ser feito em turnos alternados para que diminua o fluxo de pessoas no local. As mesas e assentos devem estar afastadas, pelo menos, 2 metros umas das outras, mantendo o distanciamento social, como orienta a OMS. É recomendado que a refeição seja servida pelos responsáveis de cozinha e estes devem, obrigatoriamente, usar luvas. 

 

  • A circulação de pessoas deve ser restrita apenas a funcionários e serviços imprescindíveis. A entrada destes tem de ser a mais rápida possível e não deve ocorrer o contato direto com os trabalhadores. E, considerando os tópicos anteriores, a higienização das mãos deve ser feita antes e depois da execução do serviço. 

 

  • Se possível, os turnos de trabalho também devem ser alternados, a fim de evitar grande circulação de pessoas nos canteiros de obras e a aglomeração nos transportes públicos.

 

DISTANCIAMENTO SOCIAL E CONTATO DIRETO

Assim como mencionado no tópico anterior, o distanciamento social deve ser respeitado também no canteiro de obras. A distância de dois metros deve ser mantida em qualquer circunstância. Consequentemente, o contato direto, como apertos de mãos, devem ser evitados. Da mesma forma, instrumentos de uso comum devem ser higienizados antes e depois de sua utilização.

 

EPIs

As empresas devem orientar seus funcionários como utilizar de forma correta os Equipamentos de Proteção Individuais, de forma a não deixarem de usar as máscaras e luvas, como recomenda a OMS. Os EPIs devem sempre serem higienizados e estarem em excelentes condições de uso, tanto para prevenir o contágio do novo vírus, quanto para evitar acidentes de trabalho. 

 

GRUPO DE RISCO 

Pessoas do grupo de risco devem receber uma atenção maior, mas, preferencialmente, devem ser isoladas para evitar o contágio. Para ser considerado do grupo de risco a pessoa deve ter/ser:

  • Mais de 60 anos de idade;
  • Pressão alta;
  • Problemas cardíacos ou respiratórios;
  • Diabetes;
  • Imunodeprimidos, como transplantados ou portadores de doenças autoimunes;

 

Além desses quadros, pessoas que retornaram de viagem, devem ficar isoladas em suas casas durante 7 dias. 

 

SINTOMAS

É importante ressaltar que é imprescindível ficar atento aos sintomas e sempre alertar a empresa ao ter alguma suspeita. Deve informar aos responsáveis se houve contato com alguém que testou positivo ou apresentou sintomas característicos da doença. Além do mais, se o funcionário realizar o teste e positivar, deve investigar com quais outros funcionários ele esteve em contato, a fim de tomar as medidas cabíveis e recomendadas. 

Os principais sintomas e que devem receber mais atenção são:

  • Tosse seca;
  • Febre alta;
  • Coriza;
  • Dor de garganta;
  • Dificuldade de respirar.

A medida que deve ser tomada de imediato é o isolamento do funcionário em casa, sem que haja prejuízo financeiro para este. 

DIVULGAÇÃO E AÇÕES

As empresas devem espalhar cartazes que ressaltem as orientações da Organização Mundial da Saúde, como o uso obrigatório de máscara, o uso de álcool em gel 70%, a higienização correta e regular das mãos que não devem ser levadas ao nariz, à boca e aos olhos. Também deve conter instruções sobre não compartilhar objetos de uso pessoal, como celulares. 

Reuniões e conferências inadiáveis devem ser feitas por videochamadas, se possível. Caso contrário, devem ser realizadas em locais arejados, respeitando o distanciamento entre os participantes. Indivíduos que apresentarem sinais como tosse e espirros, devem ser dispensados. Eventos e viagens para locais com grandes aglomerações devem ser canceladas ou adiadas. 

Deve liberar para trabalhar remotamente o máximo de pessoas que for possível, priorizando os que são ou que convivem com pessoas do grupo de risco. 

Você conhecia ou já praticava todas estas recomendações em suas obras? Gostou do nosso conteúdo? Então continue seguindo o blog da Jofege para ver mais dicas e orientações como estas! 

A Indústria 4.0 na Construção Civil

Não é novidade que estamos na era da 4ª Revolução Industrial e, para que uma empresa tenha vantagens competitivas em relação aos concorrentes, ela deve se adequar a esta nova realidade. Apesar disso, segundo dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) apresentados em 2018, menos de 2% das indústrias brasileiras estão inseridas no conceito de “Indústria 4.0”, sendo este capaz de movimentar US$ 15 trilhões nos próximos 15 anos. 

 

Mas você sabe exatamente o que é a Indústria 4.0 e como ela impacta no setor da Construção Civil? Não? Então continue a leitura, que a Jofege explica para você! 

 

QUAIS FORAM AS OUTRAS REVOLUÇÕES INDUSTRIAIS?

 

Antes de falarmos sobre a 4ª Revolução Industrial, é importante ter uma noção de quais e como foram as Revoluções anteriores.

 

A primeira Revolução Industrial ocorreu na metade do século XVIII, na Inglaterra, e seu principal marco foi a criação da máquina a vapor e a aplicação desta na produção têxtil. Com isso, o desenvolvimento das cidades e da economia foi inevitável. Os campos passaram por um processo de mecanização e as cidades foram se expandindo cada vez mais, gerando novos empregos, aumentando o número de fábricas, consequentemente, de mercadorias. A construção de ferrovias nesse período foi de grande importância para facilitar o transporte de tais produtos e pessoas.

 

Já a Segunda Revolução ocorreu em meados dos séculos XIX e XX. E foi nesse período que automóveis, telefones, televisões, aviões e rádios foram produzidos e comercializados. Também é conhecido pela produção em massa e pelo famigerado modelo de linha de montagem de Henry Ford, de 1913.

 

E, por fim, a Terceira Revolução Industrial. Esta se intensificou a partir da segunda metade do século XX, mais especificamente após a Segunda Guerra Mundial. Também conhecida como Revolução Tecnocientífica, esta fase é caracterizada pelo aprimoramento das máquinas e tecnologias, além da criação de robôs e evolução contínua de aparelhos tecnológicos. 

O QUE É A INDÚSTRIA 4.0?

 

Agora que já sabemos quais foram as primeiras Revoluções, vamos focar no tema deste texto!

 

A Indústria 4.0 é um reflexo da 4ª Revolução Industrial, a qual tem como principal característica a fusão do físico, tecnológico e biológico, citando como exemplo a Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Biologia Sintética. Em outras palavras, é a evolução da relação entre homem e máquina. 

 

Este conceito foi dado em 2016 pelo fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, em uma obra homônima. Em suas palavras, a Quarta Revolução Industrial “gera um mundo no qual os sistemas de fabricação virtuais e físicos cooperam entre si de uma maneira flexível a nível global”.

 

Para entender melhor esta fusão, relação e cooperação, vamos abordar a seguir as 9 principais tecnologias que são aplicadas na Indústria 4.0.

 

QUAIS SÃO AS TECNOLOGIAS APLICADAS NA INDÚSTRIA 4.0?

 

 

  • Big Data e Data Analytics

 

 

A aplicação de Big Data e Data Analytics otimiza a qualidade da produção, economiza energia e melhora o desempenho dos equipamentos, uma vez que tem a capacidade de coletar, organizar e analisar dados de diversas fontes.

 

 

 

  • Robôs autônomos

 

 

Apesar de os robôs já serem utilizados há muito tempo na indústria, a novidade é que agora eles têm a capacidade de exercer suas funções, de forma inteligente, cooperativa e autônoma, sem supervisão humana. As vantagens para a indústria são a redução nos custos de mão-de-obra e o aumento na produção.

 

 

  • Simulação

 

 

Na Indústria 4.0, a simulação serve para auxiliar na cadeia de produção, uma vez que o ambiente virtual envolve máquinas, produtos, processos e pessoas. Além disso, são usados dados do mundo físico.

 

 

  • Integração de Sistemas (horizontais e verticais)

 

 

Estas integrações estão relacionadas ao sistema de TI consistentes e interligados dentro e fora das empresas, ou seja, da engenharia e produção até fornecedores e clientes. 

 

 

  • Internet das coisas

 

 

Você já deve ter ouvido falar na Internet das Coisas, IoT, mas você sabe o que é? São todos os sensores que fazem parte do nosso dia-a-dia que são conectados a dispositivos como celular, TVs, automóveis, entre outros. Ou seja, são as coisas inteligentes conectadas pela internet. Estes sensores conectados geram dados e dados analisados (data analytics) aumentam a capacidade de tomada de decisão em tempo real.

 

 

  • Cibersegurança (Cyber Security)

 

 

Seu principal objetivo é proteger dados e sistemas de ameaças cibernéticas. Pode-se dizer que é uma consequência do mundo altamente conectado e integrado. 

 

 

  • Computação em Nuvem (Cloud Computing)

 

 

Apesar de ser utilizada em muitas organizações, na Indústria 4.0 se tem um aumento na capacidade e velocidade de processamento, otimizando o desempenho das tecnologias em nuvem.  Dentre os benefícios, destaca-se a maior quantidade de dados passíveis de integração e economia de hardware para as organizações.

 

  • Manufatura Aditiva

 

 

A Manufatura Aditiva também é chamada de impressão 3D. Na Indústria 4.0 ela é utilizada em larga escala para a produção de peças customizadas em pequenos lotes, reduzindo, assim, os custos de personalização, fabricação e transporte. 

 

 

  • Realidade Aumentada

 

 

Essa tecnologia tem sido muito explorada pela Indústria 4.0, especialmente nas áreas da medicina e educação, por permitir que o mundo real interaja com o mundo virtual. Outra aplicação muito frequente é para o treinamento profissional de colaboradores. 

 

COMO É A INDÚSTRIA 4.0 NA CONSTRUÇÃO CIVIL?

 

Abaixo abordaremos os principais pontos que têm se mostrado vantajosos nas etapas da Construção Civil, desde o planejamento até os processos de controle e gerenciamento de obras. Também é importante citar que estas tecnologias auxiliam na gestão financeira, comercial e estratégica das empresas.

Aumento da Produtividade

Com a automação de algumas etapas, análise de informações, por exemplo, há uma perda menor de tempo. Sendo assim, os gestores têm mais disponibilidade para controlar a operação, aumentando a produtividade e, consequentemente, melhorando os resultados da empresa. Além disso, o gerenciamento centralizado, resultado da automação, faz com que diminua os riscos de possíveis erros e facilita o gerenciamento de cronogramas. 

Fortalecimento da Qualidade

Qualidade é um dos pilares da Construção Civil e, por este motivo, a Indústria 4.0, por meio de softwares de gestão, tem o importante papel de acompanhar o andamento físico-financeiro das atividades. Além de controlar o cadastro de contatos e fornecedores, facilitando a disponibilidade de profissionais e materiais.

 

Otimização da Gestão

Como já mencionado, a 4ª Revolução Industrial e seus bem-feitos na Construção Civil facilitam o gerenciamento de obras. A otimização da gestão de dados simplifica a criação de gráficos de controle, a centralização de informações e seu acesso. 

 

Acessibilidade para empresas de diversos portes

É importante ter em mente que estas tecnologias não são exclusividades de grandes empresas. Incorporadoras, construtoras e empreiteiras de pequeno porte também podem ter acesso aos benefícios da Indústria 4.0 e se destacarem no mercado com tal diferencial competitivo. Existem softwares de gestão de uso prático e implementação descomplicada, portanto, empresas de pequeno porte podem dispor de métodos para atingirem uma boa performance operacional, aumentando a competitividade, graças a acessibilidade e sua democratização. 

 

Aumento de Competitividade

O aumento da competitividade é uma consequência dos benefícios citados anteriormente. O aumento da produtividade, somado com a melhoria da qualidade, faz com que haja uma redução de custos e, com isso, se torna possível ampliar os investimentos. O aumento da qualidade faz com que novos clientes sejam atraídos e a melhoria na gestão ajuda na expansão dos negócios, tendo como resultado, um mercado mais competitivo.

Gostou de conhecer um pouco mais sobre a 4ª Revolução Industrial e suas contribuições para o desenvolvimento humano? Então continue acompanhando o blog da Jofege para ficar por dentro de mais conteúdos como este.

Calcário: o sal da terra

Os solos brasileiros, principalmente os do Cerrado, são ácidos, contêm alumínio tóxico em excesso e são pobres em nutrientes. Sendo assim, para que estes solos se tornem mais ricos e aptos para agricultura a solução mais viável, e a mais utilizada, é a calagem. 

 

Este método serve para corrigir e condicionar os solos, fornecendo um ambiente mais produtivo e rico em nutrientes para as futuras plantações. Para diminuir a acidez, são utilizados elementos químicos como cálcio e magnésio, resultando em calcário. Ou seja, este é obtido pela moagem da rocha calcária e é composto por carbonato de cálcio (CaCO3) e/ou de magnésio (MgCO3). 

 

O calcário admite diversos papéis no processo de correção do solo. Entre estes papéis destaca-se: a diminuição da implicação tóxica do Alumínio (Al); diminuição da retenção do Fósforo (P); aumento da disponibilidade do Nitrogênio (N), Potássio (K), Enxofre (S), Molibdênio (Mo), entre outros elementos, no solo; aumento da ação dos fertilizantes, evitando seu desperdício; melhoramento da qualidade do solo, gerando melhor aeração e circulação de água; entre muitos outros.

 

JOFEGE MINERAÇÃO

 

O trabalho da Jofege neste ramo, teve início em junho de 2012 na região Centro-Oeste, com o objetivo de ofertar o principal insumo agrícola, corretivo de acidez de alta qualidade e performance.

 

Com a finalidade de levar ao cliente um produto de alta qualidade, a JOFEGE faz uso dos mais rigorosos processos de produção. Portanto, os investimentos em máquinas, instalações, equipamentos e trabalhadores qualificados foram altos. Desta forma, atende às exigências do mercado técnico, valorizando, assim, a verticalização da produtividade agrícola e satisfação do produtor.

 

Segundo os órgãos reguladores,

  • O corretivo de acidez JOFEGE tem se apresentado com resultados lineares
  • Também é este órgão que atesta nosso produto como sendo um dos melhores da região Centro Oeste
  • A análise mais recente do laboratório Solocria reafirma nossa posição

 

As diversas análises realizadas em nosso calcário nos trazem as informações concretas da presença dos elementos necessários para realização de uma ótima calagem, elevando assim a produtividade do Agronegócio Brasileiro.

Urbanização e sustentabilidade

Juntas na mesma estrada

 

A Jofege está sempre buscando diferentes formas de diminuir os impactos ambientais em seus projetos. Por este motivo, em obras específicas, é utilizado o asfalto ecologicamente correto. Já ouviu falar? O “Asfalto-borracha”, como é popularmente conhecido, leva tal nome por conter em sua composição 14% de pó de borracha de pneu, diminuindo, assim, o descarte incorreto deste. Além do reaproveitamento, o asfalto produzido pela Jofege tem a vantagem de ser altamente resistente se comparado com os asfaltos comuns. 

 

Vamos agora conhecer um pouco sobre o asfalto ecologicamente correto:

 

Quando e onde surgiu?

Na década de 60, o engenheiro e pesquisador Charles McDonald buscava materiais asfálticos que apresentassem boa flexibilidade na temperatura ambiente. O engenheiro percebeu que a borracha de pneu moída apresentava boas características elásticas e, por conta disso, estudou a influência do teor de borracha adicionada na mistura asfáltica, tipo de borracha incorporada, tempo e a temperatura necessária para produção.

McDonald observou que a mistura asfáltica resultante da liga com borracha apresentava ótimas características quando produzidas em altas temperaturas, patenteando a técnica em 1978. Embora realizada de forma empírica e simples, os ensaios realizados por McDonald permitiram estabelecer que a mistura asfalto-borracha deveria apresentar:

  • Mínimo de 15% em massa de borracha no Asfalto para adquirir viscosidade e a elasticidade necessária;
  • Temperatura de 177°C e mínimo 45 minutos de mistura para otimizar a produção da mistura.

 

Há quanto tempo está presente no Brasil? 

Apesar de este tipo de asfalto já estar presente nos Estado Unidos e na Europa há mais de seis décadas, ele só passou a ser utilizado no Brasil há menos de 20 anos. Segundo  Bernucci et al (2008), a primeira aplicação do Asfalto Borracha no Brasil foi na BR 116/RS em agosto de 2001. Contudo, o setor está sempre em desenvolvimento e expansão, principalmente, devido à forte atuação de entidades não governamentais e empresas privadas ligadas ao setor de pneumáticos.

 

VANTAGENS:

 

Além do seu valor ecológico, citado anteriormente, a aplicação do Asfalto borracha se difere do asfalto convencional pelas razões: 

 

  • Maior viscosidade 
  • Maior elasticidade 
  • Menos sensível a variações extremas de temperaturas 
  • Maior resistência à luz solar (raios UV)
  • Maior resistência à intempéries 
  • Envelhecimento mais lento 
  • Retarda a reflexão de trinca 
  • Diminui em aproximadamente cinco (5) decibéis o nível de ruído provocado pelo tráfego. 
  • Permite utilizar traços abertos e descontínuos, (ausência de agregado médio) 
  • Maior adesividade aos agregados 
  • Maior poder impermeabilizante
  • Maior atrito entre o pneu e o pavimento, minimizando assim o risco de acidentes. 

 

 

 

DESVANTAGENS:

Apesar de serem poucos, não podemos deixar de citar seus pontos negativos. Que são:

 

  • Desembolso um pouco maior na aquisição do Ecoflex; 
  •  Maiores temperaturas de usinagem e compactação que a mistura com ligante convencional;
  • Controle tecnológico mais apurado. 

 

 

É importante saber que, por ano, são descartadas 450 mil toneladas de pneus, o equivalente a cerca de 90 milhões de unidades utilizadas em carros de passeio. E cada pneu demora, aproximadamente, 600 anos para se decompor, e podem servir de criadouros para os mosquitos Aedes Aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Por estas razões, unir a urbanização com a sustentabilidade é de extrema importância para 

diminuir os impactos ambientais, sem privar os cidadãos da comodidade de ter uma rua pavimentada. 

Preocupado com o meio ambiente e saúde da população, Grupo JOFEGE é pioneiro em logística reversa na construção civil  

A Logística Reversa, segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei Federal nº 12.305 de 2010,  é “um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

O serviço pode ser realizado por empresas de direito público ou privado que fabriquem, importem, distribuam ou comercializem produtos que gerem resíduos sólidos nocivos à natureza. A lei indica ainda os setores que são obrigados a realizar a Logística Reversa, são eles:

-agrotóxicos, seus resíduos e embalagens;

-pilhas e baterias;

-pneus;

-óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;

-lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;

-produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Esse é um dos instrumentos implementados pela lei de 2010, que inclui também a coleta seletiva, inventário e sistema declaratório anual de resíduos sólidos, dentre outros procedimentos.

O grupo JOFEGE não se enquadra nos setores em que há obrigatoriedade desse tipo de ação, mesmo assim, preocupado com o meio ambiente e qualidade de vida da população, aderiu à logística reversa e passa a oferecer o serviço para seus clientes e parceiros, sendo pioneiro deste procedimento no setor de construção civil

A princípio a política de logística reversa será empregada pela JOFEGE para embalagens de cimento ou argamassa à base de celulose e gesso remanescente da construção civil. O serviço é destinado para produtos da JOFEGE e terceiros.

 

O gesso na construção civil

O gesso é um material muito utilizado na construção civil, seja para o revestimento de tetos e paredes, em componentes pré-moldados e acabamentos. Logo, devido ao seu uso diversificado nesse setor, a construção civil é uma das principais responsáveis na geração desse tipo de resíduo sólido. Devido às suas características químicas, o descarte e a decomposição incorretos do gesso pode contaminar o ar, solo e lençóis freáticos, por isso não é recomendável a incineração ou decomposição em aterros, mas a reutilização.

 

Logística reversa do gesso pela JOFEGE

Depois de muito estudo e análise, a JOFEGE desenvolveu uma estratégia de implantação da logística reversa para o gesso remanescente da construção civil e segue os seguintes passos:

1 – O primeiro passo é a separação do gesso de outros resíduos que deve ser feita pela empresa que solicita o serviço.

2 – O segundo passo é o armazenamento. O material precisa ser armazenado em bags de 1m³ até acumular uma carga equivalente a catorze toneladas.

3 – O terceiro passo é solicitar o recolhimento do material à JOFEGE. Para isso, a empresa solicitante precisa ter o equipamento necessário para o carregamento correto do caminhão.

4 – Após o carregamento, o material será encaminhado à unidade produtora de cimento da JOFEGE, onde passará pelo tratamento correto para retornar ao setor de construção civil.

 

Logística reversa de embalagens à base de celulose de argamassa e cimento

No caso das embalagens, o procedimento estabelecido pela JOFEGE segue as seguintes instruções:

1 – O primeiro passo é a separação e limpeza das embalagens por parte da empresa solicitante para que não haja resíduos de cimento ou argamassa nas mesmas.

2 – O segundo passo é amarração das embalagens em fardos de 120 sacos, aproximadamente.

3 – Ao completar a carga de catorze toneladas, a empresa poderá solicitar à JOFEGE o recolhimento das embalagens. Assim como para o carregamento do gesso, a empresa solicitante precisa ter o equipamento necessário para o carregamento correto do caminhão.

4 – As embalagens seguirão para a JOFEGE que entrará em contato com a empresa que presta serviço de coleta entulhos, embalagens e resto de madeira de acordo com a legislação ambiental. Após esse processo, a empresa solicitante do serviço receberá uma carta de anuência confirmando o recebimento e a destinação adequada do material, conforme a lei citada neste artigo.

É importante ressaltar que esse serviço oferecido pela JOFEGE não se aplica para embalagens de plástico. A política de logística reversa é oferecida às construções das quais a empresa atende e deverá ser solicitada a um representante da obra.

 

Política de logística reversa como estratégia de produtividade

A aplicação da política de logística reversa na construção civil pode ser vista como uma estratégia para agilizar a produtividade do setor. Um canteiro de obras com sobras e resíduos pode atrapalhar a organização e rotina da construção. Além disso, contatar uma empresa para realizar o recolhimento e destinação dos resíduos pode gerar ganho de tempo, já que o frete assim como a escolha da melhor empresa para a destinação ou tratamento de cada material, podem ser desgastantes e demorados.