História e Evolução da Construção Civil no Brasil

O que seria da humanidade sem a construção civil, não é mesmo? Neste texto, a Jofege te apresentará um breve resumo da origem e mostrará que ela sempre esteve presente na sociedade e continua em constante evolução. 

Origem do termo

No passado, a engenharia era dividida  em duas áreas:  Civil e  Militar. Com o passar do tempo essas áreas se fundiram e a construção civil passou a ser todo o tipo de obra que interage com uma sociedade. Como exemplo, podemos citar os edifícios (comerciais e residenciais), pontes, estradas, túneis, obras de saneamento, canais de navegação, entre outros. Além disso, passou a ser de suma importância para o desenvolvimento da civilização, principalmente pela geração de empregos, uma vez que ela conta com profissionais da engenharia, arquitetura, entre outras áreas, movimentando assim a economia local. 

No mundo

A construção civil está presente desde os primórdios da humanidade, quando os pré-históricos usavam as cavernas como forma de abrigo e proteção contra animais. Com o passar do tempo e a evolução dos povos, os humanos começaram a se proteger de outros humanos, e foi assim que começaram a cercar as primeiras cidades com muralhas. Os egípcios trouxeram a concepção de grandiosidade e estética, o que inspiraria a arquitetura no futuro. 

Encontrada entre o povo sumério em 3.500 a.C.,um marco na construção civil foi a invenção da roda, uma vez que este elemento facilitou o transporte de materiais e possibilitou a construção de grandes estruturas.

Com a construção de castelos, igrejas e catedrais, na Idade Média, a engenharia teve uma grande evolução, apesar de o conhecimento ainda ser genérico e baseado em erros e acertos. Neste período, os mestres construtores eram responsáveis tanto pelo projeto quanto pela construção e ambos, praticamente, ao mesmo tempo. 

Esta concepção permaneceu até a era Renascentista, no século XV. A partir de então começa o conceito de arquiteto e tem-se a divisão do projeto e da obra. Neste período surge a necessidade de especialização acadêmica em arquitetura na França e na Itália.
Somente na Revolução Industrial surgem os métodos, sistemas e materiais que deram origem à Construção Civil tal como a conhecemos hoje. Um fator muito importante é a maior participação do ferro e do aço nas construções. 

Ferro e aço

No final do século XVIII, o ferro passou a ter maior participação nas construções civis, já que é resistente e permite a criação de estruturas maiores e mais espaçosas. Contudo, foi apenas a partir da Revolução Industrial, no século XIX, que o ferro teve um maior impulsionamento, se consolidando como um dos principais materiais da construção. 

Desde então, a sociedade passou a ser mais urbanizada, e o ferro, assim como o  aço, passou a ser produzido e comercializado em larga escala. Consequentemente, as infraestruturas e as construções sofreram adaptações para que estes materiais fossem amplamente utilizados e tivessem maior relevância. Hoje, são indispensáveis para este setor.

Mas quando surgiu o conceito de Construção Civil no Brasil? 

Os primeiros registros são de 1684, escritos por Frei Bernardo de São Bento e nomeados de Declaração de Obras. Nele, o Frei descreve sua reforma em um mosteiro no Rio de Janeiro. Este manuscrito ganhou notoriedade devido à riqueza de detalhes relatando os processos, técnicas, dificuldades e soluções para elas. A partir de então, a construção civil no Brasil, era focada, principalmente, em construções de igrejas e fortificações.

Em 1800, com a liberação da imprensa, foi publicado o “Manual do engenheiro ou elementos de geografia prática”, escrito por Briche e apoiado pelo governador geral da Bahia, Conde dos Arcos. O Manual, não abordava muito sobre as práticas de engenharia e construção, mas falavam sobre o que era feito no processo de fortificação militar de construções existentes, o que foi de grande contribuição. Além disso, ainda traziam as influências da cultura portuguesa e francesa. 

É notório que, nesta época, os profissionais eram trazidos, principalmente, de Portugal e, as maiores contribuições feitas à construção civil eram fortificações militares e investigações mais teóricas e culturais. Esta realidade só começou a mudar em 1810, quando a Família Real chega ao Brasil e as primeiras escolas de Engenharia Civil começam a surgir, sendo a primeira delas a Real Academia Militar.

Evolução da Construção Civil – Anos 1900

Nesta época ainda eram os mestres de obra que administravam as construções, direcionando os trabalhos e lidando com os problemas. Com isso, eram eles que desenvolviam grande parte dos processos e técnicas aplicados no dia a dia dos projetos.

O auge da Construção Civil no Brasil foi em 1940, no governo de Getúlio Vargas. O setor teve um forte investimento em tecnologia de concreto, que estava em crescimento, na construção civil e nas atividades militares. Outra questão que favoreceu o Brasil, é o fato de estar no bloco dos aliados na Segunda Guerra Mundial, trazendo assim, tecnologias norte-americanas. Ainda neste período, ocorreu a construção da Companhia Siderúrgica Nacional, o que impulsionou a produção de aço, petróleo, cimento e energia no país.

Contudo, em 1950, com a diminuição de incentivos do Estado na construção civil, a iniciativa privada passou a tomar espaço. Somado a isso, o fato da grande maioria da população ser rural contribuiu para que a construção civil não tivesse um avanço significativo neste período.

Este cenário começou a mudar com a chegada de Juscelino Kubitschek ao governo entre 1950 e 1961. O presidente estabeleceu o Plano de Metas, popularmente conhecido como “50 anos em 5”, que tinha como objetivo aumentar o investimento em diversas áreas, incluindo a indústria e a construção. 

Um marco que foi de suma importância para a história da engenharia civil e arquitetura do país, foi a construção de Brasília. Com isso, o primeiro investimento foi na construção de rodovias. Consequentemente, houve uma intensificação na construção de edificações como casas, escolas, hospitais, entre outros, motivada pela facilidade de transporte. Sendo assim, as áreas rurais começaram a se desenvolver e os centros urbanos surgiram, ocasionando uma migração da população rural em busca de empregos e isso fez com que os investimentos em infraestruturas se tornassem essenciais. 

As influências do Regime Militar – Anos 1960

A evolução da construção civil se mantém constante neste período do Regime Militar e do chamado Milagre Econômico e, para que isso fosse possível, o país passou a receber empréstimos internacionais, o que acarretou dívidas externas.

Na década de 1970, o investimento do estado retornou com maior impacto e as iniciativas privadas tiveram permissão para construir apenas prédios de apartamentos e escritórios. Esta realidade permaneceu até o fim do Regime Militar, na década de 1980, em que as iniciativas privadas voltam a ter abertura e, por conseguinte, maior atuação na construção civil.

Neste período, o Brasil entrou na chamada Década Perdida, devido à dívida externa citada anteriormente. O PIB não crescia, não havia investimento em indústria e construção civil e a crise financeira era intensa.

A recuperação começou a surgir na década seguinte. A construção civil começa a se preocupar mais com os resultados das obras, a mão de obra qualificada passa a ser um grande diferencial, as construtoras continuam a crescer e os investimentos do governo começam a ser retomados.

Já nos anos 2000, a construção civil teve bastante ênfase, dada a herança da década de 90 e o retorno dos investimentos. Houve a criação de vários programas como Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de 2007, Minha Casa Minha Vida (MCMV), de 2009 e Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias (CREMA), de 2010, o que fez com que fosse notória a importância da construção civil para a economia. Portanto, o desenvolvimento do país volta a ser foco e o setor cresce entre 2008 e 2014, incentivado, principalmente, por eventos como a copa do mundo de 2014 e as olimpíadas de 2016. Em 2014, a construção civil passa por uma nova crise, resultado da retração do PIB e da falta de investimentos.

O que se espera do setor daqui para frente?

Como podemos notar, a interação com a sociedade é fundamental para a Construção Civil, então, cada vez mais é esperado que para o bom desenvolvimento da sociedade o setor associe tecnologia à sustentabilidade, bem como inclusão social e mobilidade; valores muito presentes no pós-modernismo. Assim, é preciso pensar a arquitetura urbana para além do desenvolvimento econômico, focando também no desenvolvimento humano, que atue em prol da qualidade de vida, da saúde e bem estar, que repense a emissão de poluentes e detritos, que torne tudo mais próximo, intuitivo e conectado com o mundo que a rodeia. 

A construção civil conta, através de tijolos e cimento, a história do mundo. Pensando nisso, a Jofege está sempre à procura de novas oportunidades para melhorar a qualidade do setor, buscando oferecer o melhor para seus colaboradores e, principalmente, para a sociedade, trazendo soluções práticas e viáveis para facilitar a vida de todos!

ADEQUAÇÕES REALIZADAS PARA PROTEÇÃO DOS COLABORADORES DO GRUPO JOFEGE

O Grupo Jofege, preocupado com a saúde e segurança de seus colaboradores, implantou uma série de adequações em sua rotina de trabalho, como forma de conter a pandemia do novo coronavírus.

Uma mas medidas tomadas foi a disponibilização de um guia de Combate ao Covid-19, que está disponível aqui no site  impresso e afixado em diversos pontos da fábrica.Neste guia constam orientações gerais dos protocolos de higiene pessoal, distanciamento social, uso correto das máscaras de proteção, e também informações sobre novas rotinas no dia a dia dos funcionários, como aferição diária de temperatura, indicações para registro de ponto e uso das áreas comuns, como vestiários, refeitório e sanitários.

Outro ponto abordado no Guia são instruções de prevenção que devem ser tomadas individualmente na residência dos colaboradores, visando a proteção de toda comunidade.

O Grupo JOFEGE está atento às orientações dos órgãos responsáveis em relação à evolução do COVID-19 em nossa região e cidade. Dessa forma, está sempre certificando que todas as medidas preventivas sejam tomadas, a fim de manter a segurança de todos no ambiente de trabalho. 

Link para o nosso Ebook: https://bit.ly/32xYKdV

 

JOFEGE realiza ações solidárias para auxiliar no combate ao Coronavírus

Diante da atual situação, ocasionada pela disseminação do novo Coronavírus, a Jofege se mobilizou para ajudar a população, desde o início de maio, criando o projeto Jofege Solidária.

A primeira ação foi a doação de 1000 máscaras, desenvolvidas com tecidos que receberam o tratamento hidro repelente (processo de impermeabilização realizado pela Divisão Têxtil do Grupo Jofege), para a Santa Casa e APAE de Itatiba, com a intenção de levar mais segurança aos trabalhadores da linha de frente do combate ao Covid-19. 

Fornecedores e parceiros como a Vee Benefícios, Maciel Construções, La Vitta Pizzaria, dentre outros, se mostraram engajados na causa e auxiliaram na confecção de mais máscaras, aumentando o número de doação para mais de 10 mil. 

Extremamente prestativos e solidários, os colaboradores do setor de compras do Grupo Jofege se mobilizaram internamente para realizar mais uma ação: arrecadar alimentos, produtos de limpeza e higiene, contando com ajuda dos próprios colaboradores e fornecedores, para beneficiar famílias que estão passando por dificuldades diante da pandemia.

Já foram arrecadados cerca de 4 toneladas de suprimentos, destinados à Associação de Moradores e Amigos do Parque São Francisco (AMASF), Rede de Voluntários do Combate ao Câncer, APAE, Sibes, ao Lar Espírita Cristão e à instituições de outras cidades filiais da Jofege.

A luta continua e a população também pode participar doando alimentos e/ou produtos de limpeza e higiene. Os suprimentos podem ser entregues na central da Jofege em Itatiba, na Avenida Pedro Mascagni, 650 – Jardim Galetto, Itatiba – SP, durante o horário comercial.

Se adapte ao momento e fortaleça o relacionamento com o cliente

O mundo está passando por um momento novo em que todos estão aprendendo a lidar e se adaptar, principalmente o comércio, por ter fechado as portas para auxiliar na contenção do avanço do coronavírus. 

Se reinventar em meio à crise, buscar novas estratégias para se comunicar e fortalecer o relacionamento com o seu cliente, é essencial para que ele lembre-se de você quando o momento de retomar o crescimento dos negócios chegar.  A JOFEGE preparou algumas dicas para te ajudar a enfrentar essa situação.

Faça a gestão de sua equipe
Ainda que seus colaboradores estejam em atividade a distância, para que o trabalho remoto seja eficaz, crie uma linha direta de comunicação com as equipes de cada setor de sua empresa. Dessa forma as informações e estratégias que precisam ser definidas por você, dono do negócio, serão passadas de forma rápida, clara e consistente.

Garanta a segurança e conquiste a confiança do seu cliente

  • Informe ao seu cliente quais são as novas formas de atendimento, através de quais plataformas pode entrar em contato e adquirir seus produtos.
  • Mantenha-se sempre à disposição para tirar eventuais dúvidas, mesmo que remotamente.
  • Além disso, seja claro e transparente ao comunicar sobre as medidas preventivas que estão sendo tomadas para garantir a segurança ao realizar uma compra.

Adote novas maneiras de levar seu produto ao cliente
O serviço de delivery não serve somente para restaurantes.O mercado de entregas pode e deve ser explorado por outros setores, inclusive pelo seu. Outra forma de continuar disponibilizando seus produtos ao público é adotando o sistema de Drive Thru, que se complementa com as vendas e pagamentos online.
Ofereça esses serviços aos seus clientes e gere novas oportunidades para compensar a falta de vendas em sua loja.

Reavalie formas de pagamento
É um momento complicado pra todos, por isso, que tal flexibilizar as formas de pagamento? Estender prazos, aumentar o parcelamento em compras no cartão e descontos em pagamentos à vista são opções que podem ser estudadas para serem viabilizadas aos seus clientes.  Tudo isso para estimular o cliente a dar preferência ao seu estabelecimento, além de mostrar que se importa com a situação.

Invista em marketing digital
Sua comunicação também é feita através das mídias sociais? Chegou a hora de investir neste meio para continuar conectado com seu público.
Mais que oferecer produtos online, disponibilize conteúdos relevantes nas redes e gere oportunidades de interação, o que te ajudará a atrair e fidelizar seus clientes.

Capacite-se e planeje sua atuação após a crise
Algumas perguntas em relação à crise ainda estão sem respostas, como por exemplo, quando que os impactos da pandemia serão amenizados. Mas, uma coisa é certa, o momento é de reflexão e planejamento.
Aproveite a situação para se capacitar e investir em conhecimento. Utilize esse momento também para rever os projetos de seu negócio, atualize as informações sobre os clientes, perfil, preferências, sistemas internos, busque novos produtos e serviços para estar preparado para o pós. É necessário iniciar o planejamento de recuperação ainda quando se está reagindo à crise.

Por fim, não se desespere
Estar centrado e ser racional são atitudes essenciais para lidar com a crise, por isso, mantenha a calma e foque seu pensamento nas tomadas de decisões. Não deixe que o medo tome conta de você.

 

Conheça a Jofege Divisão Têxtil

Sabia que a Jofege também atua do setor têxtil? Situada em Nova Odessa – SP desde sua fundação, a divisão tem mais de 28 anos de mercado e hoje, além de ser referência, é uma das maiores fornecedoras de produtos têxteis do país. 

Com tecnologia de ponta, profissionais altamente capacitados e rigoroso processo de controle de qualidade, atende às mais exigentes demandas de tingimento em malha e tecidos planos e processos de acabamentos.

 

A Jofege possui clientes dos mais diferentes estados do Brasil, correspondentes aos segmentos de moda feminina e masculina, decoração, armarinhos e tecidos para EPI com utilização na agricultura, que recebem atendimento personalizado, de acordo com suas necessidades. 

Quer saber mais detalhes sobre os processos de tinturaria? Acesse nossa página: https://jofege.com.br/textil/

Reformular e Jofege: Parceria que transforma vidas

Adotar uma postura socialmente responsável demonstra maturidade empresarial e preocupação com o meio ambiente e com toda a comunidade. Realizar ações que possam fazer a diferença para a sociedade, impacta positivamente nos valores das corporações, consequentemente, em seus comportamentos diante de cenários sociais em que podem contribuir de alguma forma.

 

O Grupo JOFEGE se empenha em atuar de modo a fazer a diferença e colaborar para a construção de um mundo cada vez melhor. Por isso, acreditamos e nos unimos a grandes projetos, como o realizado pela Ong Reformular, que se dedica ao desenvolvimento do bem-estar social.

 

A Reformular desenvolve, por meio do trabalho voluntário, a reforma de casas de famílias que não se encontram em condições mínimas de habitação. O intuito é causar um impacto positivo de longo prazo, prezando pela excelência em cada detalhe da obra, a fim de proporcionar moradias dignas para cada uma das famílias.

 

Com a doação das argamassas para a construção das casas, a JOFEGE Mix tem muito orgulho de participar de um projeto tão importante como esse e de ajudar a transformar a vida dessas pessoas.

Jofege participa da 16ª edição da FEICCAD

A FEICCAD (Feira do Imóvel, Construção, Condomínios, Arquitetura e Decoração), maior evento da construção civil de Jundiaí e Região, está na sua 16ª edição e a JOFEGE será um dos expositores.

A feira reúne vários segmentos da construção civil, ramo imobiliário, incorporadores, condomínios verticais e horizontais, arquitetura, decoração e vários outros serviços para quem deseja construir, investir e acompanhar as tendências do mercado.

Data: De 18 a 21 de Julho
Quinta das 15h às 22h
Sexta das 15h às 22h
Sábado das 12h às 22h
Domingo das 12h às 20h

Local: Maxi Shopping Jundiaí – Av. Frederico Ozanan, 6000
Jundiaí/SP

Uma novidade incrível: agora a JOFEGE também é CIMENTO!

O cimento UAU agora faz parte do portfólio de produtos do Grupo JOFEGE. Mais uma solução para facilitar o dia a dia da sua obra.

A qualidade comprovada que você já conhece durante os 50 anos do Grupo JOFEGE para as áreas de construtora, concreteira e as melhores argamassas do mercado, agora  também está presente no cimento, com a aquisição da cimenteira UAU.

Desenvolvido para suprir o mercado e atender obras de engenharia civil, indústrias de argamassas e pré-moldados, o cimento CPII-E-32 é composto por partículas finas e proporciona maior rendimento no preparo de traços. Fabricado com técnicas avançadas e um rigoroso sistema de qualidade do laboratório de teste e análises do Grupo JOFEGE.

CONFIRA ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO:

– Resistente ao íons de sulfato, a agentes poluidores e água do mar.
– Adequado para obras de  engenharia civil, indústrias de argamassas e pré moldados.
– Resistência à compressão acima de 32MPa aos 28 dias.
– Baixa retração hidráulica –  evita trincas.
– Adequado conforme a Norma NBR 11578.

E mais: o Grupo garante agilidade e segurança na entrega dos produtos!
A frota própria afirma o comprometimento na entrega e a segurança no armazenamento correto dos produtos. Nosso compromisso é oferecer o melhor, com uma Qualidade Que Fica para a obra mais importante de todas: a sua!

Para saber mais sobre os diferenciais e as facilidade do cimento UAU/JOFEGE clique aqui e solicite contato com nossos representantes.